Expectativa de vida do alagoano sobe para 71,6 anos

 A expectativa de vida do alagoano ao nascer subiu para 71,6 em 2016, passando os 71,2 em 2015 e 70,8 anos em 2014. As informações são das Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2015, divulgadas nesta quinta-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A expectativa dos homens no estado foi de 66,9 anos, a pior do país, e a das mulheres foi de 76,4 anos.

O estado teve a maior diferença entre as expectativas de vida masculina e feminina, com 9,5 anos a mais para as mulheres.

No país, a expectativa é de 75,8 anos, que representa um aumento de três meses e 11 dias a mais do que para uma pessoa nascida em 2015. A expectativa de vida dos homens aumentou de 71,9 anos em 2015 para 72,2 anos em 2016, enquanto a das mulheres foi de 79,1 para 79,4 anos.

Segundo o IBGE, a diferença entre homens e mulheres pode ser explicada pela maior incidência dos óbitos por causas externas ou não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina.

Entre as Unidades da Federação, a maior expectativa de vida foi encontrada em Santa Catarina, 79,1 anos, e a menor no Maranhão, 70,6 anos.

A pesquisa também traz que a mortalidade de crianças menores de cinco anos caiu de 16,1 por mil em 2015 para 15,5 por mil em 2016. A probabilidade de um recém-nascido do sexo masculino não completar o primeiro ano de vida era de 14,4 a cada mil nascimentos. Já para as recém-nascidas, a chance era de 12,2 meninas não completarem o primeiro ano de vida.

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